Tendo a empatia como ponto de partida, Lígia Fernandes utiliza o desenho e a pintura como ferramentas para explorar universos culturais, etnografias, memórias coletivas e identidades. Após um processo de recolha de fotografias de álbuns de família, textos e entrevistas a diferentes pessoas por todo o país, Lígia desenvolve trabalhos em papel que visam estabelecer uma ligação com a memória coletiva, talvez tentando resgatá-la do esquecimento e ...
Tendo a empatia como ponto de partida, Lígia Fernandes utiliza o desenho e a pintura como ferramentas para explorar universos culturais, etnografias, memórias coletivas e identidades. Após um processo de recolha de fotografias de álbuns de família, textos e entrevistas a diferentes pessoas por todo o país, Lígia desenvolve trabalhos em papel que visam estabelecer uma ligação com a memória coletiva, talvez tentando resgatá-la do esquecimento e ...