Lumina #2
Nina Onaur
2026
Esta nova série de aguarelas explora a relação entre fluidez, escala e percepção. Desenvolvidas em formatos amplos e pouco convencionais, as composições surgem como paisagens diluídas, quase suspensas entre o abstrato e a memória visual.
A cor assume um papel central, expandindo-se em sobreposições e vibrações subtis que procuram irradiar luz e atmosfera. Dependendo da orientação da obra, a leitura transforma-se: na vertical, evocam a presença silenciosa de um totem contemporâneo; na horizontal, abrem-se como paisagens difusas, orgânicas e contemplativas.
Mais do que representar um lugar específico, estas obras procuram captar uma sensação, fragmentos de natureza, horizonte e emoção em estado líquido.
Esta nova série de aguarelas explora a relação entre fluidez, escala e percepção. Desenvolvidas em formatos amplos e pouco convencionais, as composições surgem como paisagens diluídas, quase suspensas entre o abstrato e a memória visual.
A cor assume um papel central, expandindo-se em sobreposições e vibrações subtis que procuram irradiar luz e atmosfera. Dependendo da orientação da obra, a leitura transforma-se: na vertical, evocam a presença silenciosa de um totem contemporâneo; na horizontal, abrem-se como paisagens difusas, orgânicas e contemplativas.
Mais do que representar um lugar específico, estas obras procuram captar uma sensação, fragmentos de natureza, horizonte e emoção em estado líquido.