Atmosfera 1
Sara Velez Malta
2025
O díptico apresenta dois enquadramentos que remetem para uma paisagem marítima mas, pela sua redução formal e ausência de referências, aproximam-se de algo abstrato ou distante. A composição concentra-se em variações subtis de luz, cor e movimento, criando uma imagem que oscila entre o reconhecimento e a indeterminação.
A relação entre as duas telas introduz um jogo de repetição e desvio, onde o olhar alterna entre semelhança e diferença. Esta proximidade convida a uma observação mais demorada, tornando perceptíveis variações mínimas que poderiam, à primeira vista, passar despercebidas.
A obra insere-se numa prática que explora a relação entre perceção, memória e experiência, propondo uma aproximação ao visível que privilegia o detalhe e uma experiência sensorial mais contida.
A relação entre as duas telas introduz um jogo de repetição e desvio, onde o olhar alterna entre semelhança e diferença. Esta proximidade convida a uma observação mais demorada, tornando perceptíveis variações mínimas que poderiam, à primeira vista, passar despercebidas.
A obra insere-se numa prática que explora a relação entre perceção, memória e experiência, propondo uma aproximação ao visível que privilegia o detalhe e uma experiência sensorial mais contida.
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€1.300,00 EUR
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O díptico apresenta dois enquadramentos que remetem para uma paisagem marítima mas, pela sua redução formal e ausência de referências, aproximam-se de algo abstrato ou distante. A composição concentra-se em variações subtis de luz, cor e movimento, criando uma imagem que oscila entre o reconhecimento e a indeterminação.
A relação entre as duas telas introduz um jogo de repetição e desvio, onde o olhar alterna entre semelhança e diferença. Esta proximidade convida a uma observação mais demorada, tornando perceptíveis variações mínimas que poderiam, à primeira vista, passar despercebidas.
A obra insere-se numa prática que explora a relação entre perceção, memória e experiência, propondo uma aproximação ao visível que privilegia o detalhe e uma experiência sensorial mais contida.
A relação entre as duas telas introduz um jogo de repetição e desvio, onde o olhar alterna entre semelhança e diferença. Esta proximidade convida a uma observação mais demorada, tornando perceptíveis variações mínimas que poderiam, à primeira vista, passar despercebidas.
A obra insere-se numa prática que explora a relação entre perceção, memória e experiência, propondo uma aproximação ao visível que privilegia o detalhe e uma experiência sensorial mais contida.