Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty
Uma Rosa para Pauline Boty

Uma Rosa para Pauline Boty

Evgeniya Antonova

2026

Há mais de 60 anos, em 1964, Pauline Boty pintou “It’s a Man’s World”. No centro de tudo, entre os “ícones” do mundo masculino, colocou uma rosa vermelha — como um indício da frágil, mas inegável, presença feminina.
Contudo, hoje quero afastar-me da agenda feminista e mudar o foco para o que é profundamente pessoal. Esta é uma história sobre uma escolha para a qual não há, nem pode haver, uma resposta “certa”. Confrontada com um cancro durante a gravidez, Boty recusou o tratamento para dar uma oportunidade à sua filha. Escolheu a vida de outra pessoa em detrimento da sua, falecendo apenas alguns meses após o parto. A sua filha, Katy-Bloom, viria a morrer aos 29 anos devido a uma overdose de heroína.
Esta rosa não é apenas para a Pauline. É para cada mulher que hoje enfrenta uma escolha. É sobre essa força invisível e essa dor que ficam fora de cena, mas que compõem o verdadeiro quadro do destino humano.
Preço normal €2.500,00 EUR
Preço normal Preço de saldo €2.500,00 EUR
Em promoção Vendido
  • Pintura
80 x 80 cm

Óleo sobre tela

Há mais de 60 anos, em 1964, Pauline Boty pintou “It’s a Man’s World”. No centro de tudo, entre os “ícones” do mundo masculino, colocou uma rosa vermelha — como um indício da frágil, mas inegável, presença feminina.
Contudo, hoje quero afastar-me da agenda feminista e mudar o foco para o que é profundamente pessoal. Esta é uma história sobre uma escolha para a qual não há, nem pode haver, uma resposta “certa”. Confrontada com um cancro durante a gravidez, Boty recusou o tratamento para dar uma oportunidade à sua filha. Escolheu a vida de outra pessoa em detrimento da sua, falecendo apenas alguns meses após o parto. A sua filha, Katy-Bloom, viria a morrer aos 29 anos devido a uma overdose de heroína.
Esta rosa não é apenas para a Pauline. É para cada mulher que hoje enfrenta uma escolha. É sobre essa força invisível e essa dor que ficam fora de cena, mas que compõem o verdadeiro quadro do destino humano.